Estudos realizados pela Diretoria de Planejamento, mais especificamente pela Gestão da Informação, comandada por Fernanda Ferrário, o Nordeste gerou um saldo de 30.000 empregos formais no primeiro quadrimestre do ano, representando um crescimento de 0,59%.
Segundo José Luis Alonso, responsável pela pesquisa, "sob ponto de vista dos estados as melhores gerações de emprego foram proporcionadas pela Bahia (10.590), Ceará (7.571), Maranhão (5.114), Piauí (2.780), Sergipe (1.588) e Rio Grande do Norte (1.471)".
Os setores que apresentaram melhores performances foram a construção civil, os serviços e o comércio.
Para o IBGE, as indústrias nordestinas mais dinâmicas na Região são as de refino de petróleo e produção de álcool, alimentos e bebidas, que respondem por quase 40% do Valor de Transformação Industrial (VTI).
Acredita Alonso que "o crescimento econômico está sendo puxado pelo consumo das famílias, impulsionado pelo crédito em expansão, especialmente o crédito imobiliário, beneficiando, setorialmente, mais o comércio do que a indústria. O equilíbrio entre as famílias e as empresas virá com os investimentos em infraestrutura, que dão sustentação ao crescimento".